Gestão de conflitos: o que fazer?

Conflitos, em muitos dos casos, são inevitáveis. Eles são resultado de crenças, ideologias e interesses diferentes entre duas ou mais pessoas. Isso pode ser explicado pela pressão que muitas vezes existe dentro das empresas e que normalmente deixa as pessoas mais tensas, além da diversidade, presente especialmente nas organizações de grande porte. Diferentes idades, sexo e até personalidades criam um ambiente de trabalho muito dinâmico e propenso a causar atrito.

É importante ressaltar que nem todo conflito se torna prejudicial, pois até certo ponto, isso é considerado um comportamento normal. Mas como saber quando é preciso intervir? Ao chegar no descontrole emocional, ou quando a produtividade é afetada, é o momento adequado para aplicar as práticas de gestão de conflitos. Em pequenas empresas, essa gestão se torna ainda mais fundamental, já que o sucesso do negócio depende do bom convívio entre os colaboradores.

Fases da gestão de conflitos

É claro que, se surgir a oportunidade, é sempre melhor prevenir o conflito antes que ele se transforme em um problema maior, mas isso nem sempre é possível. É aqui que começam as fases de gestão de conflitos. Elas não precisam seguir uma ordem específica, já que cada situação é diferente.

Evitar o problema

Essa é uma técnica que funciona apenas em alguns casos. Para conflitos menores, evitá-lo pode fazer com que, caso surja, o problema se resolva sozinho, sendo essa a solução perfeita. Porém, o contrário pode acontecer e o problema pode ser agravado, por isso é importante entender a situação previamente e acompanhar seu desenvolvimento. Utilizar este método com frequência pode ser perigoso, pois gestores que ignoram os conflitos são consideradas pessoas com baixa autoestima ou sem poder suficiente para intervir.

Iniciar a conversa

Nenhum conflito pode ser resolvido sem comunicação, pois ela é essencial. O papel do gestor é iniciar o debate ou a conversa, permitindo que ambos os lados se expressem para entender os pontos de vista. No primeiro momento, deve-se ter o cuidado de não impor uma solução, e sim tentar levar as pessoas a chegarem num acordo próprio, apenas atuando como um mediador entre elas, escutando e fazendo perguntas.

Colaboração e compromisso

A base da solução do conflito está na colaboração e no compromisso mútuo das duas partes. Encontrar uma forma criativa e que seja aceita por todos os envolvidos, inclusive pelos administradores, é o objetivo final da gestão de conflitos.

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