Conflitos existem desde sempre em qualquer organização humana. Evitá-los nem sempre é possível, já que cada um de nós tem uma maneira de ser distinta. Líderes e gestores devem estar preparados para intermediar conflitos e neutralizar seu foco o mais rápido possível, no sentido de preservar a harmonia no ambiente de trabalho e, se possível, a continuidade das relações entre membros conflitantes.

Os conflitos podem ser causados por uma diversidade de motivos, mas geralmente eles são precedidos por três fatores: comunicação insuficiente, frustração individual e competição exacerbada.

Individualmente, é fundamental o entendimento de que ninguém está sozinho. Compreender que nas empresas a interdependência é mútua é meio caminho andado para evitar conflitos e para que, caso aconteçam, sejam minimizados. Manter a política da boa vizinhança pode ser decisivo em momentos de turbulência corporativa, em que a tensão geral aumenta e as chances de haver desentendimentos são potencializadas.

Sendo assim, comportamentos e atitudes individualistas devem ser desencorajadas de forma permanente. Da falta de clareza quanto à importância do trabalho em equipe surgem problemas de relacionamento que podem ser evitados até com certa facilidade. Vai da maturidade emocional e profissional de cada um, mas é papel de quem está no comando apontar caminhos de forma personalizada.

O que um líder deve fazer em momentos de crise?

Se o atrito tiver como causa pontos de vista divergentes, pode ser sinal de que expectativas não estão sendo atendidas, o que gera frustração. Manter a calma é o primeiro passo para controlar a situação, já que as pessoas tendem a ouvir e respeitar as pessoas que não se deixam dominar pelas emoções.

Outro ponto importante é manter acima de interesses pessoais os objetivos da empresa. Por isso, caso perceba que um conflito foi causado apenas pela vontade de um colega sobrepujar o outro, procure tirar o foco das pessoas. Jogue o holofote para o que realmente importa, que é o bom andamento dos negócios.

A estrutura organizacional da maioria das empresas, atualmente, segue modelo horizontal de gestão, em que a hierarquia é mais fluida e as pessoas têm mais possibilidades de mostrar e fazer valer seus pontos de vista. Por isso, cabe aos líderes e gestores a manutenção do equilíbrio entre funcionários, com postura ativa em caso de emergir conflitos, e proativa no sentido de prevenir desgastes. Saber ouvir a todos indistintamente é o primeiro passo para ser ouvido.

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Sue Lingard

Sue studied Personnel Management at the London School of Economics before taking on management roles in the travel, recruitment and finally HR software industry. She's particularly interested in how technologies enable HR teams - and the people they support - to work better together.