De volta ao trabalho: três maneiras pelas quais o RH pode recomeçar em setembro

Há um perfume definitivo de novas inspirações e objetivos no ar quando todos voltam ao trabalho após férias no meio do ano.

Estes ares que iniciam o segundo semestre dão ao RH a chance de fazer um balanço e pensar sobre os desafios que a empresa enfrentou até aqui.

Então, quais são as principais áreas em que o RH pode começar a fazer a diferença e ajudar a empresa a se preparar para voltar ao trabalho?

1. Abrace a flexibilidade

Com o desemprego no nível mais baixo de todos os tempos e a guerra por talentos se intensificando, as organizações terão que trabalhar duplamente para atrair e reter as melhores pessoas. O trabalho flexível é uma das principais alavancas que os empregadores podem usar para manter a equipe motivada e envolvida. Mas, uma pesquisa divulgada recentemente descobriu que o conceito ainda não está sendo totalmente adotado, com quase um em cada três pedidos de trabalho flexíveis sendo recusado.

Há movimentos, especialmente na Europa, pedindo ao governo que introduza uma legislação para que todas as funções sejam flexíveis por padrão. Ainda não se sabe se vai dar certo – as organizações confrontadas com os aspectos práticos da implementação no terreno provavelmente responderão à ideia de que qualquer trabalho pode ser feito com flexibilidade.

Enquanto isso, entretanto, o RH tem um papel a desempenhar na educação dos negócios sobre os benefícios da flexibilidade e na quebra de alguns dos conceitos errôneos que os cercam. Os gerentes precisam de ajuda para entender as diversas maneiras pelas quais o trabalho pode ser organizado e ter recursos, além de superar alguns dos obstáculos que eles percebem. A utilização de um software de rh pode auxiliar nesta organização para obter esses recursos. Eles também precisam de apoio para gerenciar efetivamente os trabalhadores flexíveis e criar a confiança e apoio necessários em suas equipas.

2. Seja ágil

Graças à digitalização, globalização e um clima econômico e político volátil, o mundo do trabalho está se movendo mais rápido do que nunca. Novas tecnologias estão atrapalhando os mercados da noite para o dia, empregos antigos estão desaparecendo e novos estão surgindo. A concorrência está surgindo em lugares inesperados. As organizações estão cada vez mais se arrastando para trás, dificultadas por práticas ultrapassadas e se perguntando o que aconteceu.

No passado, o departamento de RH, com suas políticas e procedimentos, costumava ser visto como um bloqueador e não um facilitador do progresso. Porém os profissionais visionários irão procurar ativamente maneiras de ajudar a organização a responder mais rapidamente às mudanças nas demandas dos clientes e do mercado. Além disso, há no mercado, atualmente, ferramentas tecnológicas, como um software de gestão de RH, que permitem um melhor alcance deste departamento aos funcionários.

No momento, há um verdadeiro burburinho em torno do conceito de RH ágil – que empresta a abordagem “testar e aprender”, usada no desenvolvimento de software e aplicada a problemas relacionados a pessoas. O RH não pode mais se dar ao luxo de seguir o que foi testado e testado e continuar aplicando o que antes era visto como “melhor prática”. Os profissionais precisam ser corajosos e experimentar novas maneiras de organizar o trabalho e gerenciar as pessoas – aprendendo com seus erros e se adaptando e aprimorando à medida que avançam.

3. Priorize a comunicação

Em tempos tumultuados, a comunicação é mais importante do que nunca. O RH, quase certamente, não tem todas as respostas, mas tem um papel a desempenhar, fornecendo garantias e mantendo todos informados sobre quaisquer planos que a empresa esteja implementando.

Os programas de comunicação interna precisam ser intensificados e as equipes de RH e de marketing precisam trabalhar em conjunto para encontrar maneiras de criar confiança e se comunicar de maneira rápida e eficaz com os funcionários. Este também é um momento em que os líderes precisam estar visíveis. Quando há mudanças e incertezas, os funcionários querem saber que há uma mão forte no comando.

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